Em momentos de crise, a tendência natural de um gestor é cortar custos. Tudo começa por procurar todos os gastos que não sejam essenciais no departamento e eliminá-los. Este é um movimento lógico pois, ao fazer isso, é possível estabilizar a lucratividade da empresa — mesmo que as vendas estejam em declínio. Porém, muitos gestores cometem um erro comum, e eliminam um custo que não deveriam. É o caso do treinamento corporativo que, embora pareça um investimento secundário, é extremamente importante na crise. Quer saber por quê? Então acompanhe o post!

Pensamento de longo prazo

Tenha em mente que, daqui a algum tempo — não sabemos exatamente quando — a crise deverá retroceder e o mercado se aquecerá.

Quando esse momento chegar, as empresas que investiram em treinamento corporativo durante a crise vão sair na frente.

Você não deixaria seu estoque vazio durante a crise para conter custos, certo?

Afinal, quando os clientes voltarem a comprar, eles vão preferir o seu concorrente, que estava com um estoque preparado para aproveitar a demanda.

A lógica é a mesma para os treinamentos. Seus concorrentes estão preparando a equipe para identificar e aproveitar oportunidades no momento em que surgirem, e você precisa fazer o mesmo.

Mais eficiência, resultados superiores e menos erros

Investir em treinamento corporativo é uma forma de eliminar outros custos.

Profissionais bem treinados são menos onerosos, pois sua produtividade, performance e eficiência aumentam. Em outras palavras, os valores que você paga em salário rendem mais.

Além disso, os erros tornam-se menos frequentes, eliminando desperdício e retrabalho.

Para completar, o desempenho superior ajuda a alavancar as vendas da empresa, direta ou indiretamente, gerando um aumento da lucratividade — mesmo no cenário da crise.

Ao analisar a situação por essa perspectiva, você percebe rapidamente que o investimento em treinamento corporativo é mais do que compensado pelos benefícios que traz.

Desenvolvimento de estratégias competitivas

Em meio à crise, todas as empresas estão em busca daquela ideia inovadora, que permitirá se destacar das demais e atingir o mercado, conquistando os clientes e deslanchando as vendas.

Empresas como a fabricante de brinquedos Lego, a franquia de pizzas Domino’s e a montadora de carros Ford já conseguiram, em situação similar, crescer durante a crise.

Para isso, porém, é preciso ter pessoas preparadas e capacitadas para encontrar a saída certa.

É nesse ponto que entra o treinamento corporativo: ajudando no desenvolvimento de talentos dentro da sua equipe. Esses talentos são a fonte do desenvolvimento de estratégias competitivas.

Em alguns casos, pode ser que o custo de um treinamento corporativo tradicional seja realmente muito alto para sua empresa, especialmente em um período de crise.

Nessa situação, a melhor alternativa são os treinamentos a distância, a modalidade EAD.

Utilizando os recursos tecnológicos do ensino a distância, é possível manter um ensino de qualidade, eliminando boa parte dos custos com espaço, material e deslocamento.

Além disso, é um modelo escalável e flexível. Ele pode ser aplicado a empresas de todos os portes e adapta-se a qualquer disponibilidade de tempo e horário dos colaboradores.

Assim, ao contrário do que muitos gestores pensam, o treinamento corporativo é viável na crise. Ele também pode trazer as melhores respostas à recessão econômica.

Agora, você pode descubrir quais são os principais desafios vivenciados pelo gestor de RH e, mais do que isso, qual é a melhor forma de lidar com eles no ebook abaixo.

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